The Day I Realized I Owned a School — O Dia em que Percebi que Eu Tinha uma Escola


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I had been dreaming (for about 8 years) of teaching young adults a few highly lucrative skills that can allow them to jumpstart a career with enough flexibility to work with other things, while they are still deciding whether or not to get a college degree — and which one it should be. Yes, it took me 8 years (and a buck load of therapy) to finally get to the point of putting myself out there and sharing (I mean “selling”, I’m not a charity😅✌🏼) all this knowledge in an accessible way, so that allowance-bound teens are able to invest in their own professional education with relatively quick results. As a Marketing and Communications graduate, the “wrapping and selling” part was never the issue. The reason I took so long to get started was all about the emotional pressures of being a “public figure,” after so many years working safely hidden behind my home computer. In the era of cancellation culture, it’s fairly easy for just about anyone to feel afraid to say basically anything anywhere online — let alone in a professional Instagram account, where stakes are much higher. Slowly, I managed to get things done. My first seed launch, my first class, my first product. Shortly after, it seemed necessary to bring other ideas to life to make sure students were getting a more complete and tailored learning experience for a price they could afford. Soon enough, I had a combo of 4 courses: 2 money-making skills and 2 soft skill methods that perfectly complemented each other.

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Eu já vinha sonhando (por uns 8 anos) em ensinar jovens adultos algumas habilidades altamente lucrativas que permitissem que eles começassem uma carreira com flexibilidade suficiente para trabalhar com outras coisas, enquanto ainda estão decidindo se devem ou não fazer uma faculdade - e qual faculdade seria essa.

Sim, precisei de 8 anos (e de um monte de terapia) para finalmente chegar ao ponto de me expor

e compartilhar (ou melhor "vender", não sou uma ONG 😅) todo esse conhecimento de forma

acessível, para que os adolescentes, que dependem de mesada, possam investir na própria educação profissional com resultados relativamente rápidos.

Como uma profissional graduada em Marketing e Comunicação, a parte de "embrulhar e vender" o conhecimento nunca foi o problema. O motivo pelo qual eu demorei tanto para começar foi totalmente a pressão emocional de ser uma "figura pública", depois de tantos anos trabalhando confortavelmente escondida atrás do meu homeoffice. Na era da cultura do cancelamento, é bem comum para qualquer pessoa sentir medo de dizer basicamente qualquer coisa, em qualquer lugar da internet — ainda mais em uma conta profissional no Instagram, onde os riscos são bem maiores.

Aos poucos, consegui fazer o que tinha que ser feito. Meu primeiro lançamento, minha primeira aula, meu primeiro produto. Pouco tempo depois, eu senti que precisava trazer outras ideias ao mundo para garantir que os alunos tivessem uma experiência de aprendizado mais completa e personalizada por um preço que pudessem pagar. Em pouco tempo, eu tinha uma combinação de 4 cursos: 2 de habilidades para ganhar dinheiro e 2 métodos de soft skills que se complementam perfeitamente.

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Hard Truths Time: 6 things you NEED to understand in order to succeed in a digital career — Hora das Verdades Difíceis: 6 coisas que você PRECISA entender para ter sucesso em uma carreira digital


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First off, I need to explain what I’m calling “digital careers”. I’m talking about any type of work you can do 100% virtually. Regardless of whether you choose to work remotely or not, these are professions you can experience 100% in the digital environment. Such as: design, webdesign, copywriting, translation, proofreading, ghostwriting, social media, programming, digital marketing, branding and other professions in which the Internet is your “main office”. Now that’s settled, we can move on. After having started an online Career School of my own (as surprising as that may have been even for me – check out my previous post to know more about this journey), I came to realize that many youngsters popping up in my DMs are somewhat clueless of what starting a career is really like. Well, in their defense, when I first started I was pretty clueless myself. And I didn’t really have anyone to clue me in on what I could expect from my first professional experiences, but YOU do – ME! And that’s why I decided to write this article, sharing some of my Lessons Learned about building a successful career: to right some wrongs in your own mindset, to give you a proper reality check and make sure you set realistic expectations for what’s to come. Maybe get some tissue in case you shed a few tears – I’m pretty sure I’m gonna burst your bubble. Ready? Here we go.

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Primeiro, preciso explicar o que estou chamando de “carreiras digitais”. Estou falando de qualquer tipo de trabalho que você possa fazer 100% online. Independentemente de ter escolhido trabalhar remotamente ou não, essas são profissões que você pode vivenciar 100% no âmbito digital. Tais como: design, webdesign, copywriting, tradução, revisão, ghostwriting, mídias sociais, programação, marketing digital, branding e outras profissões em que a Internet é o seu “escritório principal”.

Tendo esclarecido isso, podemos seguir em frente.

Depois de ter iniciado a minha própria Escola Digital de Carreiras (por mais surpreendente que isso possa ter sido até para mim – confira o meu post anterior para saber mais sobre essa jornada), acabei percebendo que muitos jovens que apareciam na minha DM não tem muita ideia de como realmente é começar uma carreira.

Bem, em defesa deles, eu também não tinha ideia quando comecei. E eu não tinha quem me desse pistas sobre o que poderia esperar das minhas primeiras experiências profissionais, mas VOCÊ tem – EU! E é por isso que decidi escrever este artigo, para compartilhar algumas das minhas Lições Aprendidas sobre como construir uma carreira de sucesso: fazer alguns ajustes na sua própria mentalidade, e te dar uma visão correta da realidade e garantir que você defina expectativas realistas para o que está por vir. Melhor pegar uns lenços no caso de você chorar um pouquinho – tenho quase certeza de que vou cortar o seu barato. Ok? Vamos então.

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Still Emptiness — Parada no Vazio


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I existed. I don't remember solely how long it took for me to realize I could be alive. In that matter, I mean, I solely stayed still, being whatever I was, until I sparked conscious of my own existence. Some may say, there's no way someone can live by without knowing they're alive - And I disagree. There, I was, existing. There was nothing but me... Ageless, amorphous, infinite, darkness. I'll restrain myself to comment too much on it, but to purposely rewrite my uncanny experience. I had been numb for a long time. I can only say for sure there was such a thing as time because I felt so numb for so long I started to develop some consciousness, like, I crossed somehow the whole limit of numbness. I couldn't sense, I couldn't think, shape myself or anything. I just was there. Isn't as scary as you may think. I wasn't seeing or feeling, or anything that may have given me a direction. I was just like, awake from the state of numbness. I probably wasn't even really aware of what I was back then. I kept being still. Had no sense of myself as a whole. Just a small primitive consciousness emerging little by little.

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Eu existia. Não me lembro exatamente quanto tempo levei para perceber que poderia estar viva. Afinal de contas eu só ficava parada sendo, seja lá o que eu era, até que despertei para minha própria existência. Alguns podem dizer que não há como alguém viver sem saber que está vivo - e eu discordo. Lá, eu estava, existindo. Não havia nada além de mim... Atemporal, amorfa e infinita escuridão. Vou me conter em comentar demais sobre isso, mas para reescrever propositalmente minha estranha experiência.

Eu estive entorpecida por muito tempo. Só pude dizer com certeza que existia algo como tempo, porque me senti tão entorpecida por tanto tempo que comecei a desenvolver alguma consciência, tipo, cruzei de alguma forma todo o limite da dormência. Eu não conseguia sentir, não conseguia pensar, nem me moldar nem nada. Eu só existia. Não é tão assustador quanto parece. Eu não estava vendo, nem sentindo, nem qualquer coisa que pudesse ter me dado uma direção. Eu estava tipo, acordada do estado de dormência. Eu provavelmente nem estava ciente do que eu era naquela época. Eu continuei parada. Não tinha noção de mim mesma como um todo. Apenas uma pequena consciência primitiva emergindo pouco a pouco.

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Dono da Mata: Capítulo 1 — Head of the Forest: Chapter 1


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Leonardo está recebendo o maior prestígio que um jovem cientista poderia sonhar. O prêmio Nobel. Por nada menos que a descoberta de um verdadeiro dragão cuspidor de fogo. Holofotes ofuscam seus olhos e aplausos inundam seus ouvidos enquanto ele se dirige ao palco. Quando ele estende a mão para pegar seu prêmio, sente um cutuque. — Professor? Licença, eu já terminei. — disse seu primo Miguel, entregando sua prova. Enquanto os alunos faziam a prova de ciências naquela segunda, Léo se distraiu tanto que começou a desenhar em seu caderno de anotações. Leonardo de Souza é um homem preto, de pele clara, vinte e oito anos, alto, parrudo, cabelo bem baixo e barba fechada. — Oi? Ah sim, claro, desculpe Miguel. — disse com um sorriso amarelo pegando a prova para corrigi-la. O menino olhou para o desenho chocádíssimo, como se estivesse vendo algo ultra-secreto. — Eu que peço desculpas, não queria atrapalhar o senhor. — ele olhou para os lados, desconfiado. — Assim, cê sabe que eu não vi nada, mas então... achou mesmo esse dragão? Onde o encontrou? Já deu nome a ele? Eu posso vê-lo? — perguntou super animado e curioso.

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Leonardo is receiving the most prestige a young scientist could dream of. The Nobel Prize. For nothing less than the discovery of a true fire-breathing dragon. Spotlights dazzle his eyes and applause floods his ears as he heads to the stage. When he reaches out to take his prize, he feels a nudge.

Teacher? Excuse me, I'm done. — said his cousin Miguel, handing over his test.

While the students were taking their science test that Monday, Leo was so distracted that he started drawing in his notebook. Leonardo de Souza is a black, light-skinned man, twenty-eight years old, tall, bulky, with very short hair and a full beard.

Wut? Oh right, of course, sorry Miguel. — he said with a sheepish smile taking the test to grade it.

The boy looked at the drawing in shock, as if he were seeing something top secret.

No I apologize, I didn't want to disturb you. — he looked around suspiciously. — So, ya know I didn't see anything, but… did you really find this dragon? Where did you find it? Have you named it yet? Can I see it? — he asked, super excited and curious.

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